Atos por Lula Livre na Argentina
Ontem, 10 de abril, ocorreu um significativo ato de solidariedade a Lula Livre diante da Embaixada do Brasil em Buenos Aires, com a participação da central sindical CTA Autônoma (congrega…
Ontem, 10 de abril, ocorreu um significativo ato de solidariedade a Lula Livre diante da Embaixada do Brasil em Buenos Aires, com a participação da central sindical CTA Autônoma (congrega…
A manifestação nacional do dia 24 em Buenos Aires que, segundo os organizadores, chegou a 500 mil, pode não parecer uma novidade para uma Argentina em pé de luta, com protestos de rua quase todos os dias, desde que Macri assumiu a presidência.
No Brasil chegamos a uma eleição sem Lula, o candidato presidencial mais querido e seguro vencedor da maioria do povo brasileiro. Na Argentina, Cristina F. Kirchner é ameaçada de prisão…
Abolir os Ministério da Saúde e do Trabalho significa retroceder às trevas da chamada “década infame” (1930-1940), decretar o extermínio de um povo e o fim de uma conquista básica do direito ao trabalho e das garantias trabalhistas concedidas por Perón quando transformou a Secretaria do Trabalho em Ministério do Trabalho e da Previdência.
As ameaças à integridade física e aos direitos político da ex-presidenta Cristina Kirchner passou dos limites: em risco os direitos humanos e a constituição argentina. A invasão domiciliar marca um poder judicial-midiático ameaçador sob a égide do FMI e dos EUA. Advogados constitucionais em luta!
O poder Judicial, às ordens do Executivo, e sob coordenação da mídia hegemônica decide lançar, com o estopim de notícias dadas pelo Jornal La Nación sobre os tais “cadernos K”, mais um circo para entreter o povo na falta de pão. “Se não há pão, que haja circo”.
Em Buenos Aires, neste dia 9 de julho, dia comemorativo da Independência Nacional argentina, um dia após o escândalo político judicial do ilegal Moro contra o desembargador Favreto, centenas de milhares de manifestantes transformaram o protesto contra Macri e o FMI em solidariedade a Lula Livre Já!.
Demissão de 357 trabalhadores na TELAM (Agência Nacional de Notícias); mais uma ofensiva de Macri para esconder a verdade, calar vozes críticas e, continuar com o desmantelamento do Estado, desta fundamental empresa estatal de comunicação, e favorecer empresas midiáticas afins ao governo Macri.
A greve geral, neste 25 de junho foi tão ampla e contundente que mergulhou a Argentina num silêncio mais profundo que um feriado comum; um silêncio expressivo; um grito uníssono de descontentamento social contra o plano econômico do governo Macri.
O fator decisivo da vitória da oposição e do movimento das Mulheres pelo aborto legal foi a pressão das ruas; um milhão de mulheres, jovens adolescentes, diante do Congresso, autoconvocadas, madrugada adentro sob frio polar. Uma histórica revolução das filhas e netas argentinas. Isso vai mais longe.